Lisboa de A a Z

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Palácios

Lisboa é rica em palácios que testemunham a história e a grandeza da cidade ao longo dos séculos. De residências reais a edifícios nobres, os palácios lisboetas destacam-se pela sua arquitetura, jardins e interiores ricamente decorados. Inseridos no conjunto urbano, muitos se evidenciam pela escala e monumentalidade das fachadas.
Alguns podem ser visitados.

Destaques

Palácio Chiado

O Palácio Chiado é a designação atual do antigo Palácio Quintela-Farrobo, um edifício do século XVIII com fachada neoclássica. A sua história está associada às festas em que participava a família real e a aristocracia.

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Palácio da Independência

O Palácio da Independência, no Largo de São Domingos, junto do Rossio, é um edifício com origens no século XV e ampliado nos séculos XVI e XVII. Para além do valor arquitetónico e artístico, é também um lugar de memória, pois aqui se reuniram em 1640 os conjurados que decidiram restaurar a independência de Portugal face ao domínio espanhol. No século XIX, aqui viveu o escritor Almeida Garrett, fundador do Teatro Nacional.

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Palácio das Necessidades

O Palácio das Necessidades é uma antiga residência real, construída no espaço de um antigo convento dos frades. Aqui está instalado o Ministério dos Negócios Estrangeiros. No interior preservam-se conjuntos artísticos do antigo palácio. No exterior, destaca-se a entrada e a torre, assim como a Tapada Real, que está aberta ao público.

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Palácio de Santa Catarina

O Palácio de Santa Catarina, também conhecido como Palácio Verride, foi construído no século XVIII como residência nobre no Alto de Santa Catarina, um largo/miradouro virado para o Tejo. O edifício foi restaurado e adaptado a hotel, onde também se realizam atividades culturais e artísticas.

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Fotografia da estátua de Moreira Rato no Parque Botânico do Monteiro-Mor
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Palácio do Monteiro-Mor

O Palácio do Monteiro-Mor, onde atualmente se localiza o Museu do Teatro, é um edifício do século XVIII, na antiga zona do Paço do Lumiar. Faz parte do conjunto do Parque do Monteiro-Mor, um jardim botânico histórico com diversas árvores, um roseiral e zonas ajardinadas.

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Palácio dos Condes da Ribeira Grande

O Palácio dos Condes da Ribeira Grande, com a sua grande fachada clássica, virada para a Rua da Junqueira, é um edifício do século XVIII. Encontra-se restaurado e adaptado a hotel, no qual se integra um extraordinário Museu (MACAM - Museu de Arte Contemporânea Armando Martins).

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Palácio dos Coruchéus

O Palácio dos Coruchéus é um edifício dos séculos XVIII e XIX, que foi construído para residência de uma antiga propriedade rural, onde funciona atualmente uma biblioteca.

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Palácio Foz

O Palácio Foz é um edifício palaciano, mandado construir no século XVIII, com uma grande fachada neoclássica virada para a Praça dos Restauradores.

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Vista da fachada do Palácio Fronteira e do jardim à sua frente
Palácio Fronteira © Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Palácio Fronteira

O Palácio Fronteira, localizado em Benfica, é um edifício do século XVII, integrado numa antiga quinta de Recreio, com jardins formais e uma magnífica coleção de azulejos. Este Monumento Nacional, residência do Marquês de Fronteira, permite visitas organizadas pela Fundação das Casas de Fronteira e Alorna.

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Palácio Ludovice

O Palácio Ludovice, situado no Miradouro de São Pedro de Alcântara, foi projetado e construído no século XVIII pelo arquiteto João Frederico Ludovice, para sua residência. Destaca-se pela imponente fachada barroca. Funciona como hotel.

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Fotografia de uma sala do palácio nacional da ajuda
Palácio Nacional da Ajuda © Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Palácio Nacional da Ajuda

O Palácio Nacional da Ajuda, exemplo notável de arquitetura neoclássica, foi projetado em 1802 pelos arquitetos Francisco Xavier Fabri e José da Costa e Silva para residência oficial da família real portuguesa durante o século XIX. Hoje, funciona como Museu com coleções de arte, mobiliário e objetos, proporcionando o conhecimento e a fruição de raros conjuntos históricos e artísticos.

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Vista exterior do Palácio Nacional de Belém e jardim envolvente
© Museu da Presidência da República

Palácio Nacional de Belém

O Palácio Nacional de Belém, antigo palácio de veraneio da corte, é a Residência oficial do Presidente da República Portuguesa, desde 1912. Situado em Belém, virado para o rio e rodeado por jardins, é um monumento histórico que alberga também o Museu da Presidência da República. O Museu organiza visitas guiadas.

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Palácio Palmela

O Palácio Palmela é um edifício dos séculos XVIIII e XIX que funcionou como residência dos duques de Palmela. É, atualmente, sede da Procuradoria-Geral da República. Na fachada, destaca-se a composição do portal, enquadrado por duas grandes figuras alegóricas, da autoria do escultor francês Anatole Calmels.

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Palácio Pimenta

O Palácio Pimenta é o antigo palácio de veraneio de uma quinta senhorial do século XVIII, onde se encontra instalado o Museu de Lisboa.

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Palácio Pinto Basto

O Palácio Pinto Basto ergue-se no Largo do Chiado, com a fachada enquadrada por torreões. Foi mandado construir no século XIX por Ferreira Pinto Basto, um comerciante de sucesso em Lisboa.

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Palácio Vale-Flor

O Palácio Vale-Flor é um qualificado exemplar da arquitetura eclética do século XIX, rodeado por jardins. Foi mandado construir pelos Marqueses de Vale-Flor, com projeto do arquiteto italiano Nicola Bigaglia. É Monumento Nacional e nele se encontra instalado um Hotel.

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Palacete do Beau-Séjour

O Palacete do Beau-Séjour é um edifício do século XIX, mandado construir pela Viscondessa da Regaleira na antiga Quinta da Campainhas, na Estrada de Benfica. É um exemplo da estética do romantismo, com um pequeno jardim onde se ergue a casa, cuja fachada é revestida por azulejos. O interior apresenta elementos decorativos da autoria dos irmãos Bordalo Pinheiro (Maria Augusta, Columbano e Rafael). Aqui funciona o Gabinete de Estudos Olisiponenses, com biblioteca e centro de documentação especializados na História de Lisboa.

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fotografia da fachada do Palacete Lima-Mayer
© Centro Nacional de Cultura

Palacete Lima-Mayer

O Palacete Lima-Mayer, junto da Avenida da Liberdade, foi projetado pelo arquiteto Nicola Bigaglia e mandado construir pelo empresário Adolfo Lima-Mayer. Foi distinguido com o Prémio Valmor de Arquitetura, em 1902.

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