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Igrejas e Capelas

Igrejas e Capelas de Lisboa são testemunhos vivos da fé, arte e história da cidade. De imponentes monumentos a pequenas capelas escondidas em ruelas antigas, cada espaço revela séculos de arquitetura e arte. Mais do que lugares de culto, são também lugares de cultura que refletem a alma espiritual e artística da capital portuguesa. Muitas são classificadas como património histórico.

Catedral de Lisboa, de pedra com torres sineiras gémeas sob um céu azul claro. Um elétrico amarelo é visível à esquerda, adicionando um toque urbano.
Sé de Lisboa © Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Destaques

Fotografia da monumental fachada da Basílica da Estrela
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Basílica da Estrela

Mandada construir pela rainha Dona Maria I no século XVIII, é um exemplar das artes do barroco e do neoclassicismo, com destaque para a cúpula e as duas grandes torres. Está classificada como Monumento Nacional.

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Interior da Basílica dos Mártires, ornamentado - teto com frescos, colunas, altar dourado, cortina vermelha e dois grandes castiçais no altar.
© Centro Nacional de Cultura

Basílica dos Mártires

Edifício pombalino no coração do Chiado, foi construído depois do terramoto de 1755, com projeto do arquiteto Reinaldo Manuel dos Santos. Combina elementos clássicos e barrocos.

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Interior da Capela de Nossa Senhora da Saúde, focando a área do altar. Em primeiro plano, há uma série de castiçais de prata ornamentados dispostos em linha, com velas acesas, emitindo um brilho quente. Diante desses castiçais, encontram‑se arranjos florais, incluindo lírios brancos e folhagem verde, acrescentando à atmosfera solene e reverente.
© Câmara Municipal de Lisboa

Capela de Nossa Senhora da Saúde

Construída no século XVI, por ocasião da peste que atingiu Lisboa, é dedicada a São Sebastião e a Nossa Senhora da Saúde. Tem fachada simples e interior decorado com painéis de azulejos do século XVIII (atribuídos ao célebre pintor Inácio de Oliveira Bernardes) e altar em talha dourada onde se ergue a imagem da Virgem Maria. É o ponto de partida e de chegada da histórica Procissão de Nossa Senhora da Saúde, que se realiza anualmente no mês de maio.

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Uma pessoa passa pela pequena Capela de Nossa Senhora de Monserrate - edifício branco com uma porta de madeira, debaixo do Aqueduto das Águas Livres, rodeado por árvores e vegetação.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Capela de Nossa Senhora de Monserrate

Pequena capela inserida nas arcadas do Aqueduto das Águas Livres, no Jardim das Amoreiras, foi construída em 1768 pela Irmandade dos Fabricantes da Seda.

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Fotografia da fachada da Capela de São Jerónimo, de pedra branca com uma cruz no topo, situada em uma área aberta cercada por vegetação sob um céu azul claro.
© Câmara Municipal de Lisboa

Capela de São Jerónimo

Classificada como Monumento Nacional, foi construída no século XVI. É um exemplar de estilo manuelino.

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Capela de São Sebastião na Estrada do Paço do Lumiar
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Capela de São Sebastião

No Lumiar, um pequeno templo dedicado a São Sebastião, santo protetor contra a peste. Exibe na fachada um portal manuelino do século XVI e no interior painéis de azulejos do século XVII.

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Vista interior da Capela do Paço Real da Bemposta. A perspectiva é a partir da entrada, olhando ao longo da nave central em direção ao altar ao fundo.
© Junta de Freguesia de Arroios

Capela do Paço Real da Bemposta

Pertenceu ao antigo Paço Real e faz parte das instalações da Academia Militar. Foi mandada construir no século XVII pela Infanta Dona Catarina de Bragança (viúva do rei Carlos II de Inglaterra), que a dedicou a Nossa Senhora da Conceição. Tem escadaria e fachada barrocas.

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Fotografia da pequena capela branca de estilo tradicional com telhado de telhas vermelhas e uma torre de sino. A capela tem um design simples com entrada central flanqueada por duas colunas que sustentam um beiral. Uma cruz é visível no topo da torre de sino, indicando seu propósito religioso. A estrutura está cercada por uma cerca de metal, e há árvores e alguma vegetação ao fundo.
© Câmara Municipal de Lisboa

Ermida de Nossa Senhora do Monte

Implantada num dos mais aprazíveis miradouros de Lisboa, é um pequeno templo dedicado a S. Gens, um dos primeiros bispos de Lisboa.

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Fotografia da fachada histórica da Igreja da Conceição Velha em primeiro plano, com uma rua de paralelepípedos imediatamente à frente e uma fileira de edifícios amarelos com varandas ao fundo, sob um céu azul claro com algumas nuvens dispersas.
© Centro Nacional de Cultura

Igreja da Conceição velha

Construída no século XV, no local da antiga sinagoga, foi reconstruída depois do terramoto de 1755. Preserva um elegante portal manuelino. O interior tem decoração barroca com painéis de azulejos e estuques. É Monumento Nacional.

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A imagem retrata o interior da Igreja da Encarnação, grandiosa e ornamentada, com decoração barroca elaborada.
© Centro Nacional de Cultura

Igreja da Encarnação

Igreja da Encarnação foi construída no século XVII, no sítio das antigas portas da muralha e reconstruída depois do terramoto de 1755. A fachada, característica da arquitetura religiosa pombalina, tem decoração barroca e rococó no portal e é rematada por um elegante frontão neoclássico. No interior, onde se combina a decoração pictórica e o trabalho em pedra, destaca-se a escultura de Nossa Senhora da Encarnação, da autoria do célebre escultor Machado de Castro.

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Fotografia da Igreja da Memória, que combina arquitetura barroca e neoclássica. A estrutura apresenta uma cúpula proeminente com uma cúpula menor sobre ela, adornada com detalhes intrincados e elementos decorativos. A fachada é feita de pedra de cor clara e inclui grandes janelas e portas arqueadas, algumas das quais têm portas de madeira.
© Centro Nacional de Cultura

Igreja da Memória

Igreja da Memória foi mandada construir no século XVIII pelo rei D. José, no local onde tinha escapado de um atentado. Projetada pelo arquiteto italiano Carlo Bibiena, é um exemplar que combina arquitetura barroca e neoclássica. Aqui se encontra sepultado o Marquês de Pombal.

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Vista interior da Igreja das Chagas, ricamente decorada, com elaborados detalhes dourados e intrincados desenhos no teto.
© Câmara Municipal de Lisboa

Igreja das Chagas

Com fachada simples e uma única torre, foi fundada no século XVI pelos pilotos da Carreira das Índias.

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Vista interior da Igreja Nossa Senhora da Luz, grandiosa e ornamentada. A arquitetura é caracterizada por colunas altas e estreitas e um teto alto e arqueado. As paredes são feitas de pedra de cor clara, e há inúmeras estátuas e pinturas decorando o espaço, acrescentando ao seu aspecto opulento.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de Nossa Senhora da Luz

Igreja de Nossa Senhora da Luz foi mandada construir no século XVI pela Infanta Dona Maria, que aqui se encontra sepultada. No local existia uma antiga ermida associada ao culto mariano que deu origem ao santuário.

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Fotografia da fachada da Igreja de Nossa Senhora da Penha de França, com entrada arqueada, colunas e cruz no topo. O edifício possui várias janelas com molduras ornamentadas e um design simétrico.
© Câmara Municipal de Lisboa

Igreja de Nossa Senhora da Penha de França

Com uma elegante fachada rematada por um frontão clássico, foi construída no século XVII e restaurada depois do terramoto de 1755.

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Fotografia da fachada da Igreja de Nossa Senhora das Mercês, grandiosa e ornamentada com estilo arquitetónico clássico, com pedra trabalhada intricada, grandes janelas arqueadas e uma cruz proeminente no topo. A igreja é o foco central da imagem, situada numa praça urbana.
© Câmara Municipal de Lisboa

Igreja de Nossa Senhora das Mercês

Igreja de Nossa Senhora das Mercês, cujas origens remontam ao século XVI, pertenceu ao antigo Convento da Ordem Terceira de São Francisco.

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A imagem mostra o interior da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, com luz natural que entra pelos vitrais. A arquitetura apresenta tetos altos em arco com designs intrincados e um altar central adornado com um grande vitral colorido que serve como ponto focal.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de Nossa Senhora de Fátima

Igreja de Nossa Senhora de Fátima é um relevante exemplar do modernismo na arquitetura e nas artes. Projetada pelo arquiteto Pardal Monteiro, foi inaugurada em 1938. Tem elementos escultóricos da autoria de Francisco Franco, Leopoldo de Almeida, frescos do pintor Lino António e vitrais de Almada Negreiros.

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Interior da Igreja de Nossa Senhora do Amparo com altares decorativos, pilares de mármore e bancos de madeira com pessoas sentadas e padre, com vestimenta verde, no altar.
© Paroquia de Benfica

Igreja de Nossa Senhora do Amparo

Com origem numa antiga capela dedicada a São Roque, o edifício atual foi construído na segunda metade do século XVIII com base no projeto do arquiteto João Pedro Ludovice e inaugurado em 1809, junto da antiga Estrada de Benfica, que fazia a ligação entre Lisboa e os arredores. A fachada, com torre sineira, é sóbria e o interior possui um painel da autoria de Pedro Alexandrino (século XVIII) e pintura de teto de Pereira Cão (século XIX/XX).

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Sacristia da Igreja de Nossa Senhora do Loreto, com teto decorado com pinturas clássicas, paredes revestidas de madeira escura, móveis históricos e detalhes artísticos.
© Centro Nacional de Cultura

Igreja de Nossa Senhora do Loreto

Construída no século XVI para acolher a comunidade italiana residente em Lisboa e restaurada depois do terramoto de 1755, é um exemplar das artes do renascimento, do barroco e do neoclassicismo. A fachada merece contemplação e o interior é um espaço que proporciona fruição e descoberta de um ambiente artístico notável.

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Fachada da Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes no Parque das Nações, com aspecto circular e uma cruz recortada em destaque por cima do portal da igreja.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes

Situada no Parque das Nações, é uma obra do arquiteto José Maria Dias Coelho e do escultor Alípio Dias, inaugurada em 2014. Combina contemporaneidade com espiritualidade. Ampla, branca e luminosa, celebra simbolicamente o encontro entre Lisboa e o mar.

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Interior da Igreja de Santa Catarina com decoração barroca, altares dourados, teto ornamentado e cadeiras alinhadas na nave, destacando-se a arquitetura histórica e religiosa.
© Centro Nacional de Cultura

Igreja de Santa Catarina

Construída no século XVII e reconstruída depois do terramoto de 1755, pertenceu ao antigo Convento dos Paulistas. Tem uma fachada monumental, enquadrada por duas grandes torres e interior com grande exuberância barroca, onde se insere o órgão.

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Interior da Igreja de Santa Isabel, com altar decorado, pinturas sacras e detalhes arquitetónicos clássicos, pronto para celebrações religiosas.
© Paróquia de Santa Isabel

Igreja de Santa Isabel

Construída no século XVIII, é um exemplar do estilo pombalino.

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Fachada da Igreja de Santa Luzia ao pôr do sol, enquadrada por edifícios coloridos, com pessoas a caminhar calmamente pela envolvente.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de Santa Luzia

Com uma das vistas mais emblemáticas sobre Alfama e o Tejo, tem origens no século XII e foi reconstruída depois do terramoto de 1755. Na fachada lateral possui painéis de azulejos do século XX, alusivos à conquista de Lisboa aos mouros em 1147. É sede dos Cavaleiros da Ordem de Malta.

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Igreja de Santa Maria Madalena

Conhecida simplesmente como Igreja da Madalena, foi construída depois do terramoto de 1755, no sítio de uma anterior igreja do século XII. Próximo da Sé de Lisboa, tem fachada de grandes dimensões, onde se enquadra um belo portal manuelino do século XVI, proveniente da Igreja da Conceição dos Freires, destruída pelo terramoto. No interior tem altares com retábulos de talha dourada, pintura, esculturas e azulejos.

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Catedral de Lisboa em rua movimentada, com o céu azul ao fundo e pessoas ao redor. A fachada principal da catedral destaca-se com detalhes arquitetónicos em pedra, incluindo um rosácea central e torres altas.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de Santa Maria Maior (Sé de Lisboa ou Catedral de Lisboa)

Igreja de Santa Maria Maior é a Catedral ou Sé de Lisboa (sede do Patriarcado), ergue-se no centro histórico e é o edifício religioso mais antigo da cidade. A construção foi iniciada no século XII, no lugar onde tinham existido uma igreja visigótica e uma mesquita. A fachada e as naves são românicas, o claustro é um exemplar da arquitetura gótica e a capela-mor, reconstruída depois do terramoto de 1755, contém elementos barrocos e clássicos. É Monumento Nacional e possui um valioso museu, o Tesouro da Sé de Lisboa, onde se encontram notáveis exemplares da arte religiosa.

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No interior da Igreja de Santiago, destaque da estátua de Santiago, rodeada por flores vermelhas e brancas.
© Igreja de Santiago

Igreja de Santiago

Com origens no século XII e reconstruída depois do terramoto de 1755, é um local de devoção e memória associado ao culto de Santiago, e uma das igrejas mais antigas de Lisboa. A fachada, com torre lateral e frontão recortado, é simples e o interior tem uma única nave.

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Igreja de Santo António, em estilo barroco, com fachada branca, detalhes ornamentais e uma escadaria na frente. Ao lado, escultura de Santo António e árvores verdes.
© Centro Nacional de Cultura

Igreja de Santo António

Igreja de Santo António é um templo construído no século XVIII, no local onde nasceu Fernando de Bulhões que ficou conhecido como Santo António de Lisboa. A fachada é rematada por um frontão barroco. No interior localiza-se a cripta, onde, segundo a tradição se localizava a casa da família do santo.

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Igreja de Santo Estêvão com fachada branca e detalhes clássicos, localizada em área urbana com telhados de cerâmica vermelha, ao lado do rio Tejo, sob céu parcialmente nublado.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de Santo Estêvão

Integrada no bairro de Alfama, é um templo de grandes dimensões, construído no século XVIII, no lugar de uma pequena capela medieval. A fachada plana, com frontão clássico, contrasta com o interior, onde se encontra um ambiente decorativo barroco.

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Igreja de Santos-o-Velho

Situa-se num antigo local de culto, próximo do rio. O atual templo é um edifício do século XVIII, com fachada enquadrada por duas torres e interior com uma só nave e teto de madeira com cenas de pintura religiosa. Na galilé, ergue-se uma Capela dedicada aos Santos Mártires (Veríssimo, Máxima e Júlia).

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Interior da Igreja de São Domingos com arquitetura imponente, arcos altos e detalhes em pedra, destacando-se na decoração a presença de altares cadeiras em madeira.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de São Domingos

Igreja de São Domingos pertenceu a um antigo convento da Baixa de Lisboa e foi reconstruída depois do terramoto de 1755. A fachada do século XVIII combina elementos clássicos e barrocos e o exterior da capela-mor evoca o estilo gótico da antiga igreja. O interior, destruído por um incêndio em 1959, foi objeto de um restauro que combina memórias antigas com memórias recentes, deixando à vista as paredes queimadas que contam uma história de tragédia.

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Interior da Igreja de São João Baptista com altar dourado decorado com detalhes elaborados, arquitetura com arcos e colunas brancas, teto decorado, luz natural entrando pelas janelas.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de São João Baptista

Situada no Lumiar, esta igreja combina tradição e identidade paroquial. É um espaço que acompanha de perto a vida de várias gerações da comunidade.

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Igreja de São João de Brito, em Alvalade, com árvores altas e Monumento à Primeira Travessia Aérea do Atlântico Sul, em primeiro plano, no jardim em dia ensolarado.
© Centro Nacional de Cultura

Igreja de São João de Brito

Igreja de São João de Brito, em Alvalade, foi inaugurada em 1955, para sede da nova paróquia. Foi projetada pelo arquiteto Vasco Morais Palmeiro Regaleira e tem obras dos escultores Martins Correia e Soares Branco.

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Fachada da Igreja de São João de Deus com arco-íris ao fundo, céu nublado e árvore sem folhas, transmitindo paz e esperança.
© Igreja de São João de Deus

Igreja de São João de Deus

Foi projetada pelo arquiteto António Lino e inaugurada em 1953 para acolher a nova paróquia. É um templo moderno, de inspiração revivalista, com duas grandes torres na fachada e interior de três naves. Tem obras dos escultores Leopoldo de Almeida e Soares Branco, do pintor Domingos Rebelo e do ceramista Jorge Barradas.

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Nave da antiga Igreja de São Julião com detalhes em mármore, arcos e iluminação moderna.
© Museu do Dinheiro

Igreja de São Julião

Uma das antigas igrejas instaladas na Baixa, ficou destruída pelo terramoto de 1755. É um exemplar de arquitetura pombalina com grande fachada clássica. O templo foi desativado e o interior foi restaurado para instalação do Museu do Dinheiro.

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Interior da Igreja de São Miguel com altar dourado, paredes decoradas detalhadamente e bancos de madeira, destacando-se pela sua arquitetura clássica e ornamentação luxuosa.
© Câmara Municipal de Lisboa

Igreja de São Miguel

Num característico largo do bairro de Alfama, é um templo maneirista e barroco, com fachada enquadrada por duas torres sineiras e interior de planta retangular, onde se preservam telas de pintura do século XVII, atribuídas a Bento Coelho da Silveira. O altar-mor tem um retábulo em talha do século XVIII.

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Interior da Igreja de São Nicolau com altar central decorado, detalhes ornamentais em estilo barroco, iluminação suave e assentos de madeira.
© Igreja de São Nicolau

Igreja de São Nicolau

Exemplar da arquitetura pombalina do século XVIII, tem fachada de grandes dimensões e no interior destaca-se a pintura do teto.

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Interior da Igreja de São Roque com decoração clássica, altares dourados, detalhes em ouro e teto pintado, mostrando espaço sagrado e artístico.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de São Roque

Uma das igrejas jesuítas mais antigas do mundo, guarda verdadeiros tesouros de arte sacra - incluindo a célebre Capela de São João Baptista. É um museu dentro de uma igreja, mas com espírito.

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Interior da Igreja de São Vicente de Fora com arquitetura grandiosa, detalhes em alto relevo e iluminação natural no teto, evidenciando a beleza do espaço religioso.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de São Vicente de Fora

Fazia parte do antigo convento e é dedicada a São Vicente, o santo padroeiro de Lisboa. É um exemplar da arquitetura maneirista dos séculos XVI e XVII, projetada pelos arquitetos Juan de Herrera, Filipe Terzi e Baltazar Alvares. A monumental fachada, enquadrada por duas torres, ostenta esculturas inseridas em nichos. O interior, de três naves, tem decoração barroca.

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Fachada da Igreja do Convento da Graça de arquitetura colonial branca sob céu azul com árvores ao redor, localizada em área turística com visitantes presentes.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja do Convento da Graça

Igreja conventual, com torre elevada, pertenceu ao antigo Convento da Ordem de Santo Agostinho. Em contraste com a fachada simples o interior exibe monumentalidade e requinte artístico, com decorações barroca e rococó.

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Igreja do Convento dos Cardaes com altares em talha dourada e a nave envolta de painéis de azulejos de origem holandesa.
@ Junta de Freguesia da Misericórdia

Igreja do Convento dos Cardaes

Notável exemplar dos séculos XVII e XVIII, integrada num convento feminino ainda em funcionamento, destaca-se pela harmonia das artes do barroco, com painéis de azulejos, pintura e retábulo em talha dourada.

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Fachada da Igreja do Corpo Santo localizada no Cais do Sodré, com carros estacionados na frente e céu azul ao fundo.
© Câmara Municipal de Lisboa

Igreja do Corpo Santo

Construída no século XVII e reconstruída depois do terramoto de 1755, pertenceu a um antigo convento de frades dominicanos.

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Fachada da Igreja do Menino Deus, de estilo clássico com escada de pedra, portas em madeira e detalhes ornamentais.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja do Menino Deus

Edifício barroco do século XVIII, foi projetado pelo arquiteto João Antunes e construído no reinado de D. João V. Tem fachada com decoração rococó e interior com planta centralizada.

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Interior da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, moderna, com bancos de madeira, altar simples e iluminação suave.
© e-Cultura

Igreja do Sagrado Coração de Jesus

Exemplar da Arquitetura Religiosa Moderna, foi projetada pelos arquitetos Nuno Teotónio Pereira, Nuno Portas e Pedro Vieira de Almeida e inaugurada em 1970.

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Imagem da bela arquitetura do interior da Igreja do Santíssimo Sacramento, com detalhes elaborados, altares decorados e iluminação suave que destaca a beleza do espaço religioso.
© Centro Nacional de Cultura

Igreja do Santíssimo Sacramento

Exemplar de arquitetura pombalina, com fachada neoclássica e interior amplo, onde se destaca a pintura do teto.

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Igreja do Santo Condestável com torres altas e fachada branca, localizada em uma praça com árvores e edifícios ao fundo, sob céu azul claro.
© Paróquia de Santo Condestável

Igreja do Santo Condestável

Templo dedicado a D. Nuno Álvares Pereira, foi inaugurado em 1951. É um templo de inspiração neogótica, projetado pelo arquiteto Vasco Regaleira, com imponente fachada enquadrada por duas torres e representação escultórica do patrono, da autoria de Leopoldo de Almeida. Na decoração interior, destacam-se os vitrais desenhados pelo pintor Almada Negreiros.

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Interior da Igreja dos Anjos com detalhes em ouro, bancos de madeira e arquitetura barroca, destacando-se pelo peso cultural e artístico.
© Igrejas de Arroios e Anjos

Igreja dos Anjos

Exemplar de arquitetura neoclássica, projetada pelo arquiteto José Luis Monteiro. Foi inaugurada em 1910, virada para a Avenida Almirante Reis.

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Interior da Igreja dos Jerónimos com bancos de madeira, vitrais coloridos e órgão, destacando o teto e detalhes arquitetónicos históricos.
© Câmara Municipal de Lisboa

Igreja dos Jerónimos

Igreja dos Jerónimos fez parte do antigo Mosteiro dos Jerónimos. Monumento Nacional e Património da Humanidade foi mandada construir no século XVI pelo rei D. Manuel I e projetada pelos arquitetos Diogo Boitaca, João de Castilho e Diogo de Torralva. O conjunto artístico é expressão da arte manuelina, onde se conjugam o Gótico e o Renascimento. No exterior, o portal da fachada lateral (virada a sul) é da autoria de Diogo de Castilho o da fachada principal foi executado por Nicolau de Chanterene. O interior da Igreja e o claustro surpreendem pela exuberância da decoração (estilo manuelino), em contraste com a sobriedade da capela-mor (estilo maneirista). Inserem-se na Igreja os Túmulos do navegador Vasco da Gama e do poeta Luís de Camões.

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Fachada da Igreja dos Olivais, com janelas de vidro e torre ao lado, cercada por árvores verdes sob céu claro ensolarado.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja dos Olivais

Espaçosa, contemporânea e integrada no tecido urbano, é um ponto de encontro espiritual para esta zona residencial de Lisboa.

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Igreja dos Santos Reis Magos, situada no Campo Grande, com arquitetura clássica, vista frontal, detalhes das janelas e relógio, céu azul ao fundo, ao lado de edifícios modernos, cenário urbano.
© Centro Nacional de Cultura

Igreja dos Santos Reis Magos

Igreja dos Santos Reis Magos tem origem numa pequena ermida, ampliada no século XVIII. Com uma elegante fachada clássica, onde se ergue a torre sineira, apresenta no interior elementos artísticos de pintura, talha e azulejaria.

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