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Avenidas Novas

A freguesia das Avenidas Novas inclui o bairro com o mesmo nome, cuja história remonta ao processo de urbanização e expansão da cidade desde o final do século XIX, com base num Plano da autoria do engenheiro Ressano Garcia. A Avenida da República é o grande eixo estruturante deste conjunto formado por ruas paralelas e transversais, onde se erguem fachadas de tipo Arte Nova e edifícios modernistas, distinguidos com o Prémio Valmor. O Museu Gulbenkian e o Centro de Arte Moderna são espaços culturais de referência.

A visitar em Avenidas Novas...

Telhado do Centro de Arte Moderno projetado pelo arquiteto Kengo Kuma, na Fundação Calouste Gulbenkian
Centro de Arte Moderna Gulbenkian © Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

CAM - Centro de Arte Moderna

O CAM é um espaço da Fundação Calouste Gulbenkian, com uma notável coleção de arte moderna e contemporânea portuguesa.

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Fotografia no interior da Estufa Fria, com um caminho e degraus de pedra entre a vegetação tropical densa, com diversas plantas verdes e folhagens exuberantes.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Estufa Fria

Dentro do Parque Eduardo VII, é um jardim com espécies tropicais e subtropicais, grutas artificiais, lagos e obras de arte.

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Jardim da Gulbenkian e, ao fundo, o edifício da Fundação Calouste Gulbenkian
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Fundação Calouste Gulbenkian

A Fundação Calouste Gulbenkian é uma das mais importantes instituições culturais do país. Integra o Museu Gulbenkian, o Centro de Arte Moderna, jardins, auditórios e biblioteca, oferecendo exposições, concertos, cinema e atividades educativas. Um espaço de referência na promoção da arte, ciência e cultura. Foi criada em 1956, com base no legado do colecionador de arte Calouste Sarkis Gulbenkian (1869–1955).

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Homem sentado num banco próximo ao lago do Jardim Amália Rodrigues.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Jardim Amália Rodrigues (Alto do Parque Eduardo VII)

Projetado pelo arquiteto paisagista Gonçalo Ribeiro Teles e aberto em 1996, é um jardim moderno, com percursos pedonais e amplas vistas sobre a cidade e o rio, onde se enquadram esculturas do colombiano Fernando Botero e de Lagoa Henriques.

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Vista panorâmica de Lisboa a partir do Miradouro do Parque Eduardo VII, destacando-se o jardim geométrico, a estátua de Marquês de Pombal, as copas das árvores ao longo da Avenida da Liberdade, o rio Tejo e a margem sul.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Miradouro do Parque Eduardo VII

A partir do topo do jardim geométrico, permite uma vista longa sobre a Avenida da Liberdade até ao Tejo.

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