Lisboa de A a Z

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Jardins e Parques

Lisboa é uma cidade onde a natureza e a cultura se encontram em harmonia. Jardins e parques oferecem refúgios verdes no meio da paisagem urbana. Do romântico Jardim da Estrela ao icónico Parque Eduardo VII, passando pelos jardins botânicos e pelos espaços contemporâneos do Parque das Nações, cada lugar convida a uma pausa, revelando também esculturas, lagos, miradouros e uma flora diversificada.

Imagem do Jardim da Praça de Espanha com caminho, árvores verdes e uma estrutura arquitetónica antiga ao fundo, num dia ensolarado.
Jardim da Praça de Espanha © Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Destaques

Fotografia no interior da Estufa Fria, com um caminho e degraus de pedra entre a vegetação tropical densa, com diversas plantas verdes e folhagens exuberantes.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Estufa Fria

Dentro do Parque Eduardo VII, é um jardim com espécies tropicais e subtropicais, grutas artificiais, lagos e obras de arte.

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Homem sentado num banco próximo ao lago do Jardim Amália Rodrigues.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Jardim Amália Rodrigues (Alto do Parque)

Projetado pelo arquiteto paisagista Gonçalo Ribeiro Teles e aberto em 1996, é um jardim moderno, com percursos pedonais e amplas vistas sobre a cidade e o rio, onde se enquadram esculturas do colombiano Fernando Botero e de Lagoa Henriques.

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Um grande parque com bancos, localizado no Jardim São Pedro de Alcântara, rodeado por árvores e áreas verdes.
© Centro Nacional de Cultura

Jardim António Nobre (Jardim de São Pedro de Alcântara)

Jardim miradouro com vista panorâmica sobre a Baixa e o Castelo, com bancos sombreados, lago, um busto do jornalista Eduardo Coelho (escultor Costa Mota, tio, 1904) e um painel de azulejos com mapa da cidade, da autoria de Fred Kradolfer.

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No Jardim Botânico da Universidade de Lisboa,  ao centro a separar as escadarias, encontra-se um canteiro oval relvado com o busto em bronze de Bernardino Gomes.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Jardim Botânico da Universidade de Lisboa

É um jardim do século XIX com coleções científicas, caminhos sombreados e espécies raras recolhidas pelos seus primeiros jardineiros, com destaque para o alemão E. Goeze e o francês Daveau. Pertence ao Museu Nacional de História Natura e da Ciência (Universidade de Lisboa) e encontra-se classificado como Monumento Nacional.

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Jardim Botânico Tropical com árvores frondosas e relvado bem cuidado, sob um céu claro.
© Universidade de Lisboa

Jardim Botânico Tropical

Criado em 1906 com o nome de Jardim Colonial, transferido em 1912 para o local onde se encontra, junto do Mosteiro dos Jerónimos, foi um dos polos da Exposição do Mundo Português em 1940. Faz parte da Universidade de Lisboa e possui uma vasta coleção de espécies tropicais e subtropicais.

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Duas pessoas sentadas num banco do Jardim do Torel, à sombra das árvores em redor, observando a cidade e o rio Tejo.
© Câmara Municipal de Lisboa

Jardim do Torel

Com um miradouro sobre Lisboa, tem origem numa antiga quinta e é um jardim escondido no centro da cidade, com zonas de lazer e vistas para a Avenida da Liberdade.

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O monumental e secular cedro-do-Buçaco, ex-libris do Jardim do Príncipe Real com mais de 20 metros, com pessoas sentadas nos bancos de madeira ao redor do troco desta árvore.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Jardim França Borges (Jardim do Príncipe Real)

Na Praça do Príncipe Real, é um espaço ajardinado, com zonas de descanso e pequenos cafés, onde se destaca um secular cedro-do-Buçaco.

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Um lago cercado por árvores e uma estátua no Jardim da Estrela.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Jardim Guerra Junqueiro (Jardim da Estrela)

É um jardim romântico do século XIX, com flora variada e fauna caraterística. Possui coreto, lago, estatuária, zonas infantis, cafés e uma biblioteca da Rede de Bibliotecas de Lisboa, instalada na antiga escola de infância Frobel.

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Fotografia do Jardim Gulbenkian com pessoas sentadas na relva e a caminhar entre as árvores e vegetação florida.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Jardim Gulbenkian

Projetado pelos arquitetos paisagistas Viana Barreto e Gonçalo Ribeiro Telles, é um jardim moderno construído no século XX e concluído em 1969, no local do antigo Parque Santa Gertrudes. Nele se localizam a Fundação Gulbenkian e os seus museus. É um local de cultura e lazer com ambientes diversificados, onde se inserem um lago, um anfiteatro e obras de escultura.

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Jardim das Amoreiras com árvores grandes, sombra e pessoas sentadas em bancos, num ambiente ao ar livre na cidade.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Jardim Marcelino Mesquita (Jardim das Amoreiras)

Emoldurado pelas arcadas do Aqueduto das Águas Livres, pelo edifício da Mãe d'Água e pelo conjunto de fachadas do antigo bairro industrial criado no século XVIII pelo Marquês de Pombal para alojar os trabalhadores da fábrica de sedas, é um espaço de grande beleza onde se enquadram diversas árvores, incluindo algumas amoreiras.

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Uma jovem debaixo de uma grande estrutura de betão com uma abertura circular, olhando para o lago e árvores do Jardim do Campo Grande
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Jardim Mário Soares (Jardim do Campo Grande)

É o maior jardim público e urbano do centro de Lisboa, com percursos pedonais amplamente arborizados, esculturas (evocação de poetas, atores e artistas), esplanadas, restaurantes e cafés, um lago com pequenos barcos, zonas de desporto e lazer e um Centro Académico com sala de estudos para alunos.

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Pequeno lago no jardim, com árvores e uma palmeira no centro, ao fundo edifícios e pessoas aproveitando o ambiente ao ar livre.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Jardim Teófilo Braga (Jardim da Parada ou Jardim de Campo de Ourique)

O Jardim Teófilo Braga, também designado Jardim da Parada é um espaço amplamente arborizado no bairro de Campo de Ourique. No conjunto de uma flora diversificada, existem árvores classificadas como Património de Interesse Público. Neste cenário insere-se uma escultura dedicada a Maria da Fonte, heroína popular do século XIX (escultor Costa Mota).

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Imagem de uma escadaria antiga de pedra que leva a uma estrutura sob árvores verdes, no Parque Bensaúde, com céu azul ao fundo e um ambiente ao ar livre.
© andessemparar.com

Parque Bensaúde (Benfica)

Parque com origem em antigas Quintas da zona de Benfica, com áreas sombreadas, parque infantil, trilhos pedonais e uma alameda de plátanos classificada como Património Natural de Interesse Público. Evoca a figura do geólogo Alfredo Bensaúde.

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Imagem do Parque da Bela Vista, um parque urbano com relva verde, árvores, postes de iluminação pública e trilhos sob céu claro.
© andessemparar.com

Parque da Bela Vista

Um dos maiores espaços verdes da cidade, tem origem em antigas quintas que até ao final do século XIX se situavam nos arredores da cidade.  Acolhe grandes eventos como o Festival Rock in Rio Lisboa. Ideal para caminhadas e piqueniques.

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No Parque do Vale do Silêncio, um pequeno parque infantil para crianças com baloiços, cercado por árvores e áreas verdes.
© Vedap

Parque do Vale do Silêncio (Olivais)

Zona ampla e tranquila da Freguesia dos Olivais, com zonas arborizadas, ideal para desporto e atividades familiares.

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Parque Eduardo VII e monumento na rotunda Marquês de Pombal, rodeada de edifícios altos, árvores e áreas verdes bem cuidadas, com o rio Tejo ao fundo.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Parque Eduardo VII

Maior parque do centro da cidade, com amplos relvados, é também um excelente miradouro com vista para o Tejo. Foi Parque da Liberdade até 1904, quando passou a chamar-se Parque Eduardo VII, em memória da visita do rei inglês a Lisboa. Depois de vários projetos do século XIX, não concretizados, incluindo o do arquiteto paisagista francês Henri Lusseau, só em 1943 o Parque foi organizado com base no Projeto do Arquiteto Keil do Amaral. Nele se integram a Estufa Fria (instalada em 1933) e o Pavilhão Carlos Lopes - antigo Pavilhão das Indústrias Portuguesas na Exposição Internacional do Rio de Janeiro de 1922, da autoria do Arquiteto Rebelo de Andrade, instalado em 1932, com decoração em grandes painéis de azulejos dos pintores Jorge Colaço e Jorge Pinto. No Parque Eduardo VII, podemos apreciar o Monumento ao 25 de Abril (escultor João Cutileiro).

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Entrada do Parque José Gomes Ferreira, com portão e vegetação envolvente.
© Câmara Municipal de Lisboa

Parque José Gomes Ferreira (Mata de Alvalade)

Pulmão verde da zona de Alvalade, ideal para corrida, passeios e contacto com a natureza. Corresponde à antiga Mata de Alvalade.

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Família e crianças aproveitando dia no parque da Tapada das Necessidades, com árvores verdes, relvado amplo e espaço para lazer ao ar livre.
© Junta de Freguesia da Estrela

Tapada das Necessidades

Antiga Tapada ou zona de caça do Palácio Real das Necessidades, foi organizada nos séculos XVIII e XIX com árvores e plantas de grande porte, provenientes da Ásia, África e América.

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