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Igrejas e Capelas

Igrejas e Capelas de Lisboa são testemunhos vivos da fé, arte e história da cidade. De imponentes monumentos a pequenas capelas escondidas em ruelas antigas, cada espaço revela séculos de arquitetura e arte. Mais do que lugares de culto, são também lugares de cultura que refletem a alma espiritual e artística da capital portuguesa. Muitas são classificadas como património histórico.

Catedral de Lisboa, de pedra com torres sineiras gémeas sob um céu azul claro. Um elétrico amarelo é visível à esquerda, adicionando um toque urbano.
Sé de Lisboa © Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Destaques

Fotografia da monumental fachada da Basílica da Estrela
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Basílica da Estrela

Mandada construir pela rainha Dona Maria I no século XVIII, é um exemplar das artes do barroco e do neoclassicismo, com destaque para a cúpula e as duas grandes torres. Está classificada como Monumento Nacional.

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Interior da Basílica dos Mártires, ornamentado - teto com frescos, colunas, altar dourado, cortina vermelha e dois grandes castiçais no altar.
© Centro Nacional de Cultura

Basílica dos Mártires

Edifício pombalino no coração do Chiado, foi construído depois do terramoto de 1755, com projeto do arquiteto Reinaldo Manuel dos Santos. Combina elementos clássicos e barrocos.

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Capela de Nossa Senhora da Saúde

Construída no século XVI, por ocasião da peste que atingiu Lisboa, é dedicada a São Sebastião e a Nossa Senhora da Saúde. Tem fachada simples e interior decorado com painéis de azulejos do século XVIII (atribuídos ao célebre pintor Inácio de Oliveira Bernardes) e altar em talha dourada onde se ergue a imagem da Virgem Maria. É o ponto de partida e de chegada da histórica Procissão de Nossa Senhora da Saúde, que se realiza anualmente no mês de maio.

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Uma pessoa passa pela pequena Capela de Nossa Senhora de Monserrate - edifício branco com uma porta de madeira, debaixo do Aqueduto das Águas Livres, rodeado por árvores e vegetação.
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Capela de Nossa Senhora de Monserrate

Pequena capela inserida nas arcadas do Aqueduto das Águas Livres, no Jardim das Amoreiras, foi construída em 1768 pela Irmandade dos Fabricantes da Seda.

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Capela de São Jerónimo

Classificada como Monumento Nacional, foi construída no século XVI. É um exemplar de estilo manuelino.

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Capela do Paço Real da Bemposta

Pertenceu ao antigo Paço Real e faz parte das instalações da Academia Militar. Foi mandada construir no século XVII pela Infanta Dona Catarina de Bragança (viúva do rei Carlos II de Inglaterra), que a dedicou a Nossa Senhora da Conceição. Tem escadaria e fachada barrocas.

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© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Ermida de Nossa Senhora do Monte

Implantada num dos mais aprazíveis miradouros de Lisboa, é um pequeno templo dedicado a S. Gens, um dos primeiros bispos de Lisboa.

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Igreja da Conceição velha

Construída no século XV, no local da antiga sinagoga, foi reconstruída depois do terramoto de 1755. Preserva um elegante portal manuelino. O interior tem decoração barroca com painéis de azulejos e estuques. É Monumento Nacional.

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© Centro Nacional de Cultura

Igreja da Encarnação

Igreja da Encarnação foi construída no século XVII, no sítio das antigas portas da muralha e reconstruída depois do terramoto de 1755. A fachada, característica da arquitetura religiosa pombalina, tem decoração barroca e rococó no portal e é rematada por um elegante frontão neoclássico. No interior, onde se combina a decoração pictórica e o trabalho em pedra, destaca-se a escultura de Nossa Senhora da Encarnação, da autoria do célebre escultor Machado de Castro.

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Igreja da Memória

Igreja da Memória foi mandada construir no século XVIII pelo rei D. José, no local onde tinha escapado de um atentado. Projetada pelo arquiteto italiano Carlo Bibiena, é um exemplar que combina arquitetura barroca e neoclássica. Aqui se encontra sepultado o Marquês de Pombal.

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Igreja das Chagas

Com fachada simples e uma única torre, foi fundada no século XVI pelos pilotos da Carreira das Índias.

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© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de Nossa Senhora da Luz

Igreja de Nossa Senhora da Luz foi mandada construir no século XVI pela Infanta Dona Maria, que aqui se encontra sepultada. No local existia uma antiga ermida associada ao culto mariano que deu origem ao santuário.

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Igreja de Nossa Senhora da Penha de França

Com uma elegante fachada rematada por um frontão clássico, foi construída no século XVII e restaurada depois do terramoto de 1755.

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Igreja de Nossa Senhora das Mercês

Igreja de Nossa Senhora das Mercês, cujas origens remontam ao século XVI, pertenceu ao antigo Convento da Ordem Terceira de São Francisco.

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© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de Nossa Senhora de Fátima

Igreja de Nossa Senhora de Fátima é um relevante exemplar do modernismo na arquitetura e nas artes. Projetada pelo arquiteto Pardal Monteiro, foi inaugurada em 1938. Tem elementos escultóricos da autoria de Francisco Franco, Leopoldo de Almeida, frescos do pintor Lino António e vitrais de Almada Negreiros.

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Igreja de Nossa Senhora do Amparo

Com origem numa antiga capela dedicada a São Roque, o edifício atual foi construído na segunda metade do século XVIII com base no projeto do arquiteto João Pedro Ludovice e inaugurado em 1809, junto da antiga Estrada de Benfica, que fazia a ligação entre Lisboa e os arredores. A fachada, com torre sineira, é sóbria e o interior possui um painel da autoria de Pedro Alexandrino (século XVIII) e pintura de teto de Pereira Cão (século XIX/XX).

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Sacristia © Igreja do Loreto

Igreja de Nossa Senhora do Loreto

Construída no século XVI para acolher a comunidade italiana residente em Lisboa e restaurada depois do terramoto de 1755, é um exemplar das artes do renascimento, do barroco e do neoclassicismo. A fachada merece contemplação e o interior é um espaço que proporciona fruição e descoberta de um ambiente artístico notável.

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© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes

Situada no Parque das Nações, é uma obra do arquiteto José Maria Dias Coelho e do escultor Alípio Dias, inaugurada em 2014. Combina contemporaneidade com espiritualidade. Ampla, branca e luminosa, celebra simbolicamente o encontro entre Lisboa e o mar.

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Igreja de Santa Catarina

Construída no século XVII e reconstruída depois do terramoto de 1755, pertenceu ao antigo Convento dos Paulistas. Tem uma fachada monumental, enquadrada por duas grandes torres e interior com grande exuberância barroca, onde se insere o órgão.

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Igreja de Santa Isabel

Construída no século XVIII, é um exemplar do estilo pombalino.

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© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de Santa Luzia

Com uma das vistas mais emblemáticas sobre Alfama e o Tejo, tem origens no século XII e foi reconstruída depois do terramoto de 1755. Na fachada lateral possui painéis de azulejos do século XX, alusivos à conquista de Lisboa aos mouros em 1147. É sede dos Cavaleiros da Ordem de Malta.

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Elétrico junto da Catedral de Lisboa
© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de Santa Maria Maior (Sé de Lisboa ou Catedral de Lisboa)

Igreja de Santa Maria Maior é a Catedral ou Sé de Lisboa (sede do Patriarcado), ergue-se no centro histórico e é o edifício religioso mais antigo da cidade. A construção foi iniciada no século XII, no lugar onde tinham existido uma igreja visigótica e uma mesquita. A fachada e as naves são românicas, o claustro é um exemplar da arquitetura gótica e a capela-mor, reconstruída depois do terramoto de 1755, contém elementos barrocos e clássicos. É Monumento Nacional e possui um valioso museu, o Tesouro da Sé de Lisboa, onde se encontram notáveis exemplares da arte religiosa.

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© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de Santiago

Com origens no século XII e reconstruída depois do terramoto de 1755, é um local de devoção e memória associado ao culto de Santiago, e uma das igrejas mais antigas de Lisboa. A fachada, com torre lateral e frontão recortado, é simples e o interior tem uma única nave.

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© Centro Nacional de Cultura

Igreja de Santo António

Igreja de Santo António é um templo construído no século XVIII, no local onde nasceu Fernando de Bulhões que ficou conhecido como Santo António de Lisboa. A fachada é rematada por um frontão barroco. No interior localiza-se a cripta, onde, segundo a tradição se localizava a casa da família do santo.

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© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de Santo Estêvão

Suspensa sobre Alfama, esta igreja setecentista oferece uma calma rara e uma das melhores perspetivas do bairro. Um recanto de paz entre ruelas antigas.

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© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de São Domingos

Igreja de São Domingos pertenceu a um antigo convento da Baixa de Lisboa e foi reconstruída depois do terramoto de 1755. A fachada do século XVIII combina elementos clássicos e barrocos e o exterior da capela-mor evoca o estilo gótico da antiga igreja. O interior, destruído por um incêndio em 1959, foi objeto de um restauro que combina memórias antigas com memórias recentes, deixando à vista as paredes queimadas que contam uma história de tragédia.

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© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de São João Baptista

Situada no Lumiar, esta igreja combina tradição e identidade paroquial. É um espaço que acompanha de perto a vida de várias gerações da comunidade.

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Igreja de São João de Brito, em Alvalade, com o Monumento à Primeira Travessia Aérea do Atlântico Sul em primeiro plano
© Centro Nacional de Cultura

Igreja de São João de Brito

Igreja de São João de Brito, em Alvalade, foi inaugurada em 1955, para sede da nova paróquia. Foi projetada pelo arquiteto Vasco Morais Palmeiro Regaleira e tem obras dos escultores Martins Correia e Soares Branco.

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Igreja de São João de Deus

Foi projetada pelo arquiteto António Lino e inaugurada em 1953 para acolher a nova paróquia. É um templo moderno, de inspiração revivalista, com duas grandes torres na fachada e interior de três naves. Tem obras dos escultores Leopoldo de Almeida e Soares Branco, do pintor Domingos Rebelo e do ceramista Jorge Barradas.

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Igreja de São Julião

Uma das antigas igrejas instaladas na Baixa, ficou destruída pelo terramoto de 1755. É um exemplar de arquitetura pombalina com grande fachada clássica. O templo foi desativado e o interior foi restaurado para instalação do Museu do Dinheiro.

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Igreja de São Miguel

Em pleno coração de Alfama, esta pequena igreja é um símbolo da vida de bairro: discreta, mas cheia de alma e tradição.

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Igreja de São Nicolau

Exemplar da arquitetura pombalina do século XVIII, tem fachada de grandes dimensões e no interior destaca-se a pintura do teto.

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© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de São Roque

Uma das igrejas jesuítas mais antigas do mundo, guarda verdadeiros tesouros de arte sacra - incluindo a célebre Capela de São João Baptista. É um museu dentro de uma igreja, mas com espírito.

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© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja de São Vicente de Fora

Fazia parte do antigo convento e é dedicada a São Vicente, o santo padroeiro de Lisboa. É um exemplar da arquitetura maneirista dos séculos XVI e XVII, projetada pelos arquitetos Juan de Herrera, Filipe Terzi e Baltazar Alvares. A monumental fachada, enquadrada por duas torres, ostenta esculturas inseridas em nichos. O interior, de três naves, tem decoração barroca.

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Igreja do Convento da Graça

Igreja conventual, com torre elevada, pertenceu ao antigo Convento da Ordem de Santo Agostinho. Em contraste com a fachada simples o interior exibe monumentalidade e requinte artístico, com decorações barroca e rococó.

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Igreja do Convento dos Cardaes

Notável exemplar dos séculos XVII e XVIII, integrada num convento feminino ainda em funcionamento, destaca-se pela harmonia das artes do barroco, com painéis de azulejos, pintura e retábulo em talha dourada.

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Igreja do Corpo Santo

Construída no século XVII e reconstruída depois do terramoto de 1755, pertenceu a um antigo convento de frades dominicanos.

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© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja do Menino Deus

Edifício barroco do século XVIII, foi projetado pelo arquiteto João Antunes e construído no reinado de D. João V. Tem fachada com decoração rococó e interior com planta centralizada.

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Igreja do Sagrado Coração de Jesus

Exemplar da Arquitetura Religiosa Moderna, foi projetada pelos arquitetos Nuno Teotónio Pereira, Nuno Portas e Pedro Vieira de Almeida e inaugurada em 1970.

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Igreja do Santíssimo Sacramento

Exemplar de arquitetura pombalina, com fachada neoclássica e interior amplo, onde se destaca a pintura do teto.

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Igreja do Santo Condestável

Templo dedicado a D. Nuno Álvares Pereira, foi inaugurado em 1951. É um templo de inspiração neogótica, projetado pelo arquiteto Vasco Regaleira, com imponente fachada enquadrada por duas torres e representação escultórica do patrono, da autoria de Leopoldo de Almeida. Na decoração interior, destacam-se os vitrais desenhados pelo pintor Almada Negreiros.

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Igreja dos Anjos

Exemplar de arquitetura neoclássica, projetada pelo arquiteto José Luis Monteiro. Foi inaugurada em 1910, virada para a Avenida Almirante Reis.

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Igreja dos Jerónimos

Igreja dos Jerónimos fez parte do antigo Mosteiro dos Jerónimos. Monumento Nacional e Património da Humanidade foi mandada construir no século XVI pelo rei D. Manuel I e projetada pelos arquitetos Diogo Boitaca, João de Castilho e Diogo de Torralva. O conjunto artístico é expressão da arte manuelina, onde se conjugam o Gótico e o Renascimento. No exterior, o portal da fachada lateral (virada a sul) é da autoria de Diogo de Castilho o da fachada principal foi executado por Nicolau de Chanterene. O interior da Igreja e o claustro surpreendem pela exuberância da decoração (estilo manuelino), em contraste com a sobriedade da capela-mor (estilo maneirista). Inserem-se na Igreja os Túmulos do navegador Vasco da Gama e do poeta Luís de Camões.

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© Enric Vives-Rubio, Centro Nacional de Cultura

Igreja dos Olivais

Espaçosa, contemporânea e integrada no tecido urbano, é um ponto de encontro espiritual para esta zona residencial de Lisboa.

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Igreja dos Santos Reis Magos

Igreja dos Santos Reis Magos tem origem numa pequena ermida, ampliada no século XVIII. Com uma elegante fachada clássica, onde se ergue a torre sineira, apresenta no interior elementos artísticos de pintura, talha e azulejaria.

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